Método Lúdico-vivencial de Formação de Hábitos (LVFH)

O Método Lúdico-vivencial de Formação de Hábitos (LVFH) foi desenvolvido pela Intus Forma e é reconhecido cientificamente por entidades acadêmicas Brasileiras. Na Rússia, é pesquisado junto à cátedra de Psicologia da Universidade Estatal de São Petersburgo.

Já foi objeto de exposição em diversos congressos nacionais e internacionais como por exemplo: 4 ª International Conference on Financial Education (Portugal), 1° Congresso Nacional de Educação Financeira nas Escolas, 13° Congresso Internacional Stress Management Association, Encontro Nacional de Responsabilidade e Sustentabilidade, premiado no 14° Congresso Internacional Stress Management Association (2014) e premiado no Seminário Internacional Encontro das Américas (2015)

O método LVFH atua através da proposição de uma situação decisional-emocional na qual o indivíduo, a partir da escolha feita, forma ou reforça um determinado traçado mnésico, possibilitando a criação e exercício de um hábito funcional ao escopo.

 

Método lúdico-vivencial de formação de hábitos

Fonte: Desenvolvido pela autora Ana Pregardier, 2013.

 

A preparação do ambiente é o ponto de partida, e é decisivo para a realização com sucesso de uma atividade fundamentada neste método; o primeiro elemento a ser analisado é o escopo pretendido com a atividade. A partir da definição do escopo, o ambiente deve ser preparado para que este dê condições aos participantes de vivenciarem uma situação que gere impacto decisional-emocional.

Além de possibilitar a criação desse tipo de situação, o ambiente deve conter ferramentas e indicações que permitam ao participante decidir/escolher como resolver a situação de forma funcional. Assim, o ambiente da atividade atua como um coadjuvante, auxiliando na construção da escolha que é feita única e exclusivamente pelo participante.

É imprescindível que a decisão (ideia de como resolver) parta da própria pessoa, pois é a partir desse momento de impasse, que a situação proposta impacta emocionalmente, a pessoa decide e se dá o registro do modo de solução.

Uma situação decisional-emocional é uma situação onde o participante da atividade se vê desafiado, intrigado, fora da sua zona de conforto onde habitualmente saberia como responder, é uma situação que o desafia e o impele a decidir.

É a experiência inicial (com impacto decisional-emocional) que o participante tem neste ambiente previamente preparado, que atuará como estímulo ou gatilho para as escolhas futuras quando uma mesma tipologia de situação se apresente. Por isso, o ambiente preparado desempenha um papel tão importante, pois ao se ver na situação de impasse, o sujeito busca imediatamente à sua volta formas e respostas para solucionar a situação; assim como, se na impossibilidade de cruzar um caminho interrompido por um burraco, uma pessoa visualiza no ambiente uma madeira que poderá servir de ponte, esta a usará para atravessar. Neste caso, após essa primeira experiência, se esta mesma pessoa vier a se encontrar em uma situação semelhante, tenderá, como primeira forma lógica de resolve-la, buscar no ambiente se existe algo que possa ser usado como ponte.

Cada momento que um sujeito se depara com uma situação, consciente ou inconscientemente tende a buscar uma resposta de solução de acordo com suas experiências já vividas. Aqui evidencia-se a importância da experiência vivencial, uma vez que é essa experiência que será gatilho para o modo de resposta, e que, a cada repetição será reforçada.

Quando se propõe uma situação de impacto decisional-emocional, em um ambiente preparado e controlado que auxiliará o indivíduo a refletir e escolher de uma forma útil e funcional a sua identidade, esta lógica de solução fica registrada e passa a compor o acervo de modos do sujeito. Também a escolha de “parar, refletir e analisar” pode se converter em um hábito funcional ao escopo em identidade ao indivíduo.

 

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Fonte: Desenvolvido pela autora Ana Pregardier, 2014.

 

A abordagem lúdico-vivencial de formação de hábitos foi desenvolvida pela autora a partirda experiência prática com verificação de resultados e da pesquisa teórica que tem como principais referenciais as bases neurológicas do processo de formação de hábitos, a pedagogia do desenvolvimento e a ciência ontopsicológica. O quadro detalhado com a Espiral de Formação de Hábitos encontra-se no apêndice 1.

Trecho adaptado de: PREGARDIER, A. P. M. Educação Financeira para crianças e adolescentes: a abordagem Lúdico-Vivencial de Formação de Hábitos. Universidade Estatal de São Petersburgo – Rússia, 2015.
Hábito

Do Lat. e significa “ter ou possuir. É no seu sentido mais geral, a propriedade de conservar as modificações recebidas” (JOLIVET, 1965, p. 128).

Por definição o hábito é “um modo de ser permanente, difícil de modificar. […] contraído pelo ser vivo relativamente a uma influência ou acto, e que faz que nem uma nem outro exijam para sua efectivação o mesmo esforço anterior” (CUVILLIER, 1948, p. 203).

Em Ravaisson (2008), o hábito é apresentado como consequência de uma mudança que se forma a partir do primeiro ato que tem tanto mais força quanto a mudança que o gerou se prolongue ou se repita.

Segundo Santos (1963, p. 703) o hábito é uma “disposição que, depois de adequada, torna-se duradoura, que consiste em reproduzir os mesmos actos, ou sofrer as mesmas influências”.

Assim, o hábito pode ser definido, a partir desses referenciais, uma disposição, uma forma de ser adquirida que se faz presente e pré-dispõe a resposta conforme o modelo aprendido. Também Fontanier (2007, p. 71) traz o hábito como “certa aptidão corporal que não foi dada pela natureza, mas adquirida pelo esforço e pela aplicação. […] é certa a disposição permanente – boa ou má – que se adiciona à substância do homem, a modifica e lhe confere desenvoltura para agir com vistas a um certo fim”.

O hábito se apresenta ao indivíduo como função de economia de atenção, dado que este evidencia-se como uma aptidão adquirida para reproduzir certos atos com mais facilidade, liberando a atenção para a criatividade e para a execução de atividades mais complexas (CUVILLIER, 1948).

A partir dos hábitos adquiridos, o sujeito tem a possibilidade de passar a executar tarefas que exigiriam muita atenção de forma a despender menos atenção, como por exemplo: a tarefa de escrever ou dirigir; uma pessoa quando está aprendendo a escrever ou dirigir, necessita colocar extrema atenção para a realização desta tarefa. No entanto, com a sua repetição, passa a executá-la de forma facilitada, podendo inclusive despender a atenção à execução de outras tarefas simultâneas como conversar ou discorrer sobre outros assuntos.

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Fonte: Desenvolvido pela autora Ana Pregardier,2013.

Segundo Meneghetti (p. 47 apud VIDOR, [199-], p. 47):

o conhecimento é uma tradução neuroelétrica da sensorialidade externa […] Cada estímulo ambiente é traduzido em impulso neuroelétrico e, portanto, sofre numerosas elaborações pelo nosso organismo, e a percepção que cada um de nós tem, sempre é o resultado destas elaborações.

Para Jolivet (1965) a formação de um hábito depende de condições biológicas, fisiológicas e psicológicas, que formam um todo organizado de maneira que o sistema por inteiro tenha tendência de se reproduzir, desde que a condição inicial (sinal/gatilho) seja dada.

Para Lent (2008), a plasticidade sináptica é uma forma de plasticidade que permite a capacidade de armazenar informações, onde dado um “gatilho” (fragmento da informação inicial), é iniciado rapidamente o processo que “reconstrói” a forma que será executada a ação como se fosse a primeira experiência a partir da memória já existente. “automatizando grande parte dos nossos movimentos, liberta a nossa actividade, e permite-nos consagrar a atenção e a reflexão a tarefas mais elevadas” (CUVILLIER, 1948, p. 209).

Assim como os hábitos são adquiridos, eles também podem ser extintos seguindo duas leis: 1) Lei do desaparecimento (ou desuso) e 2) lei da desorganização. Na lei do desaparecimento o mecanismo que interfere no desencadeamento do hábito é a vontade, que a partir da identificação do sinal ou gatilho, conscientemente inibe a execução da resposta habitual ao estímulo. Na lei da desorganização, o hábito pode ser extinto pela substituição, ou seja, a aquisição de um contrahábito. No entanto o meio mais eficaz de mudar um hábito já adquirido é a desorganização do sistema por ele construído (JOLIVET, 1965).

Adquirir um hábito é criar um encadeamento de termos que se condicionam e que se sucedem por si mesmos, ele não cria necessidades, mas reforça a tendência de resposta com uma força cada vez maior e cada vez menos contrariada, até o ponto que o hábito pode tornar-se, por vezes, uma verdadeira tirania. No entanto, o poder tirânico do hábito se deve a tendência, a necessidade ou a paixão daquele que investiu a atenção para agir com mais facilidade (caminho criado e já conhecido). A liberdade (vontade de ação – lei do desaparecimento) conserva sempre o poder de intervir soberanamente neste encadeamento. Através do hábito os resultados adquiridos são mantidos e acrescidos, o hábito é uma função de economia, reduz ao mínimo o dispêndio de esforço exigido pela ação e possibilita o progresso. Automatizando grande parte dos nossos movimentos liberta a nossa atividade, atenção e criatividade permitindo o investimento destes às tarefas mais elevadas (JOLIVET, 1965; CUVILLIER, 1948; e MORENTE, 1970).

Trecho adaptado de: PREGARDIER, A. P. M. Educação Financeira para crianças e adolescentes: a abordagem Lúdico-Vivencial de Formação de Hábitos. Universidade Estatal de São Petersburgo – Rússia, 2015.
Comportamento

Meneghetti explica que comportamento vem:

Lat. Cum me porto. Modo de fazer, como alguém leva a si mesmo. Fenomenologia do Eu lógico-histórico. O conjunto de expressões, reações e atitudes por meio das quais um indivíduo especifica a si mesmo entre outros (MENEGHETTI, 2008, p. 60).

Pianigiani corrobora com Menghetti, a partir da etimologia da palavra comportamento:

Dal Lat. COMPORTÀRE portare insieme, ma che nei bassi tempi ebbe pure il significato di tollerare, nel qual senso la particella prefissa ha um ufficio puramente intensivo (v. Portare) – PORTARE – Lat. PORTÀRE [che l’aspetto di un verbo frequentativo], dalla rad. PAR – cangiata in POR-, che ha il senso di condurre o portare al di là […] (PIANIGIANI, 1937, p. 318).

Assim o comportamento trata-se da forma como um indivíduo leva a si mesmo, como responde a uma determinada situação ou estímulo, esta resposta está intimamente ligada a situação que a requisita. Dessa forma, um comportamento pode ser originado a partir de um hábito adquirido, a adaptação a um costume ou unicamente uma maneira a qual o indivíduo opta (consciente ou inconscientemente) por responder agir ou interagir em determinado momento.

Para diferenciá-lo do hábito e do costume, tomemos o caso de uma pessoa em relação ao ato de sentar-se: a) quando uma pessoa chega em casa após um dia de trabalho e avista seu sofá, esta tende a sentar-se nele da forma habitual, ou seja, ela repete a disposição já adquirida de como sentar-se ou acomodar-se – hábito; b) quando uma pessoa viaja e encontra-se em uma cultura distinta da sua, esta tende a adaptar-se a forma como as demais pessoas a sua volta sentam-se, ou seja, adapta-se e repete o comportamento exposto pela cultura local – costume; e c) quando uma pessoa adentra uma sala de reunião ou um auditório de conferência, esta tende a analisar o local, refletir sobre seus objetivos e adotar uma determinada forma de sentar-se que pode ser distinta da sua forma habitual ou mesmo dos costumes locais – comportamento.

Por tanto, o comportamento reflete a escolha e o posicionamento que a pessoa deseja expor sobre si em determinada situação, local ou interação de forma a realizar o escopo (consciente ou inconscientemente) proposto.

Trecho adaptado de: PREGARDIER, A. P. M. Educação Financeira para crianças e adolescentes: a abordagem Lúdico-Vivencial de Formação de Hábitos. Universidade Estatal de São Petersburgo – Rússia, 2015.
Costume

Embora muitos dicionários os tragam como sinônimos, e definam a palavra costume como um hábito ou uso geral, e definam a palavra hábito como um costume ou uso geral, estas duas palavras exprimem conceitos e significados diferentes.

O hábito não deve ser confundido com o costume. Sabe-se que os sêres vivos são capazes de se acomodar, até um certo ponto, ao meio e às circunstâncias (clima, temperatura, alimentação etc.): o próprio organismo se transforma, de algum modo, sob a ação das novas condições em que fôr colocado. É a êsses fenômenos de adaptação passiva (chamados, por vêzes, mas de uma forma um pouco equívoca, hábitos passivos) que se dá o nome de costume (JOLIVET, 1965, p. 128).

Dessa forma, os costumes compreendem uma adaptação física, moral, social, cultural, afetiva, psicológica etc., no entanto, esta adaptação não necessariamente converte-se em uma disposição adquirida pelo sujeito (hábito), mas é fruto de uma necessidade de enquadrar-se em determinadas exigências expostas. O costume exerce um papel de adequação, onde o sujeito torna-se conforme ou movimenta-se com menor dificuldade, menor sofrimento ou menor desconforto frente a uma determinada situação.

O costume não é ainda um hábito, assinala a plasticidade do organismo, mas esta plasticidade é apenas uma condição que pode vir a tornar-se um hábito (JOLIVET, 1965). Quando a condição que exige a adaptação é extinta, mas mesmo assim o indivíduo continua a responder da mesma forma (sem necessidade) dar-se-á a condição em que esta resposta deixe de ser costumeira e passe a ser habitual.

Trecho adaptado de: PREGARDIER, A. P. M. Educação Financeira para crianças e adolescentes: a abordagem Lúdico-Vivencial de Formação de Hábitos. Universidade Estatal de São Petersburgo – Rússia, 2015.
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